“A tecnologia depende de recursos naturais, que são finitos. Contudo, não conseguimos viver sem ela, pois precisamos dela para trabalhar, estudar, viajar, lazer, enfim, para termos uma vida mais confortável. Desenvolver novas tecnologias que permitam o uso eficiente de energia, por exemplo, faz com que a tenhamos sem destruir o meio ambiente. E é aí que entra a sua relação com a sustentabilidade”, explica Rildo Santos, consultor, gestor de negócios e de sustentabilidade.
Ajudar o meio ambiente é outro ponto forte da tecnologia, tanto é que podemos citar a biotecnologia e os seus recursos sendo muito usados atualmente. Diferentemente do que muitos pensam, ela não é utilizada somente no ramo alimentício, mas também na engenharia química, tecnologia da informação, robótica, bioética, entre muitos outros. “A preservação e a diversidade de espécies podem deixar de ser erradicadas por causa da tecnologia, assim como a economia de utilização de papel no dia a dia. Enfim, são inúmeros os benefícios desta parceria”, complementa Santos.
E é assim por todo o Brasil. Em Pernambuco, por exemplo, desde que a Comissão Ministerial de Gestão Ambiental, o MPPE, começou a desenvolver um meio mais saudável para todos, tem conseguido praticar vários avanços. Com o uso da tecnologia da informação a favor da natureza, eles comprovaram que se pode sim diminuir drasticamente o uso de papel. Um dos exemplos é a possibilidade das pessoas e funcionários fazerem a escala de férias através da intranet ministerial. Assim, além de eliminar o uso de papel, fica mais fácil evitar intempéries de datas. A possibilidade de a população poder realizar denúncias pela Internet também dispensa o uso de papel. Hoje os dados são totalmente virtuais e disponibilizados via Arquimedes.
Avanços que ajudam o meio ambiente
Outro grande progresso nesta área é a possibilidade de enviar os Relatórios de Atividades Funcionais (RAF’s) também via web. Eles são remetidos pelos promotores para a Corregedoria Geral do MPPE via e-mail e, então, a corregedoria recebe, por mês, cerca de 480 relatórios, levando em consideração que cada documento tem em média cinco páginas, isso representa uma economia para o meio ambiente e para a instituição de pelo menos 28 mil folhas de papel somente nesta atividade. Além da economia imediata de papel, a modernidade também vai aperfeiçoar o trabalho de vários setores do MPPE, sem falar da economia financeira.
Outras ferramentas tecnológicas que vem ajudando na sustentabilidade são os equipamentos que permitem o uso mais consciente de energias, como as geladeiras, televisões, computadores etc. Rildo também cita alguns. “Os filtros que reduzem a emissão de partículas de CO2, a reutilização da água, o reflorestamento e a reciclagem também estão presentes nesta luta a favor do meio ambiente”.
Enfim, vamos nos engajar nesta luta na Era Digital e tentarmos gerar riquezas sem destruir a natureza. Isso faz bem para o hoje e também para as próximas gerações.
Nenhum comentário:
Postar um comentário